Da roda de amigos ao estúdio
Como quase todo violonista brasileiro, tudo começou tocando para os amigos. Depois vieram os palcos, os discos e o trabalho de produção — o lado em que a música é ofício, não só paixão.
Essa dupla vivência é o que dá temperatura à aula: rigor de quem grava e leveza de quem toca por prazer.